Seja muito bem-vinda, loba.
Meu nome é Alana Evangelista e foi em 2020, em meio à pandemia, que atendi ao chamado de transformar meus desafios e dons em um trabalho de cuidado e acompanhamento para mulheres.
Como acontece com muitas mulheres que hoje sustentam espaços de cura, meu caminho começou a partir das minhas próprias dores. Cresci com uma mãe bipolar, em um lar onde emoções difíceis precisavam ser engolidas em silêncio e onde, muitas vezes, o contrato invisível era atender às necessidades emocionais da figura materna antes das minhas. Esse ambiente moldou profundamente a forma como aprendi a sentir, me relacionar e existir no mundo.
Dentro dessa história — com suas alegrias, aprendizados e durezas — desenvolvi habilidades que hoje reconheço como parte da minha medicina: a escuta profunda, a sensibilidade para perceber o que não é dito, a conexão com o campo emocional do outro e um desejo genuíno de ajudar mulheres a romperem condicionamentos, assim como eu precisei romper os meus.
Juntas somos alquímicas
Ao longo dos anos, busquei formações, estudos e treinamentos em caminhos formais e sutis. Mas foi na prática viva — conduzindo cerimônias de cacau, círculos de mulheres, formações e retiros — que compreendi com clareza onde meu coração repousa. É nesse espaço de encontro feminino que sinto meu maior equilíbrio, presença e amor: ensinando, acompanhando e empoderando mulheres a partir da sua própria individualidade e sensibilidade.
O círculo está aberto
Se você sente que este chamado toca algo dentro de você — mesmo que ainda não saiba explicar exatamente o quê — confie. A Sacred Lobas é um convite para mulheres que estão prontas para se escutar com mais verdade, se cuidar com mais gentileza e caminhar em direção a si mesmas, no próprio ritmo. Se esse espaço ressoa no seu coração, venha. Você é bem-vinda exatamente como é.
Honrando a jornada
É um profundo prazer e um privilégio caminhar ao lado de mulheres em suas jornadas de autoconhecimento, atravessando as profundezas misteriosas do feminino e integrando saberes ancestrais e contemporâneos. Cada mulher carrega seu próprio ritmo, sua própria busca — e meu papel é sustentar o espaço para que esse caminho possa ser lembrado, vivido e honrado.
Que bom que está aqui
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